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Gerenciamento de riscos ocupacionais

O GRO e o PGR: como o risco sai do papel e vira inventário, plano de ação e prova de que a empresa agiu.

É daqui que todo o resto desce. A NR-1 deixou de tratar risco como anexo de documento e passou a exigir um processo contínuo: identificar o perigo, avaliar o risco, decidir a medida, executar, e provar que a medida funcionou.

Na prática, isso muda quem responde pelo quê. O inventário deixa de ser uma lista copiada do ano anterior e passa a precisar de justificativa técnica por linha. O plano de ação deixa de ser intenção e passa a ter prazo e responsável. E concluir a ação não encerra o risco — a eficácia é julgamento à parte.

A confusão mais cara desse eixo é tratar perigo e risco como sinônimos. A norma separa os dois, e a separação decide se a medida é de eliminação, de controle coletivo ou de proteção individual — nessa ordem, que também é obrigatória.

As perguntas deste eixo

Sobre esta lista

As perguntas acima são o mapa deste eixo. Cada texto nasce conferido no texto vigente da norma — não em resumo de terceiro. Onde a resposta já existe no blog da casa, a pergunta aponta para lá em vez de repetir o assunto em dois endereços.

Documentos que este assunto gera

Inventário de riscosPlano de açãoPGRRegistro de eficácia

Normas de referência

O guia deste assunto, em PDF

MEI, ME e EPP: o capítulo 1.8 da NR-1

Guia técnico · NR-1, capítulo 1.8 · 16 páginas · PDF

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