Gerenciamento de riscos ocupacionais
O GRO e o PGR: como o risco sai do papel e vira inventário, plano de ação e prova de que a empresa agiu.
É daqui que todo o resto desce. A NR-1 deixou de tratar risco como anexo de documento e passou a exigir um processo contínuo: identificar o perigo, avaliar o risco, decidir a medida, executar, e provar que a medida funcionou.
Na prática, isso muda quem responde pelo quê. O inventário deixa de ser uma lista copiada do ano anterior e passa a precisar de justificativa técnica por linha. O plano de ação deixa de ser intenção e passa a ter prazo e responsável. E concluir a ação não encerra o risco — a eficácia é julgamento à parte.
A confusão mais cara desse eixo é tratar perigo e risco como sinônimos. A norma separa os dois, e a separação decide se a medida é de eliminação, de controle coletivo ou de proteção individual — nessa ordem, que também é obrigatória.
O que este eixo responde
- 01Quem assina o PGR, e o que a norma realmente exige de quem assinaem breve
- 02Perigo e risco: por que a norma separa os dois e o que muda na práticaem breve
- 03A hierarquia de medidas de controle é sugestão ou obrigação de ordemem breve
- 04O PGR vence em dois anos? O prazo da norma e o que se recomendaem breve
- 05Inventário de riscos: o que precisa de justificativa técnica registradaem breve
- 06Plano de ação sem prazo e sem responsável tem valor em fiscalizaçãoem breve
- 07Quando o PGR pode ser dispensado, e o que substituiem breve
Publicação em andamento
As perguntas acima são o mapa deste eixo. Os textos vão ao ar um a um, e cada um nasce conferido no texto vigente da norma — não em resumo de terceiro.
Documentos que este assunto gera
Normas de referência
| Norma | Assunto | Situação |
|---|---|---|
| NR-1 | Disposições gerais e gerenciamento de riscos ocupacionais | vigente |