Atividades de alto risco
Altura, espaço confinado, eletricidade e máquinas: permissão de trabalho, capacitação e o que não admite improviso.
São as normas em que o erro mata no mesmo dia. Por isso elas têm exigência de capacitação com carga horária definida, validade de reciclagem e, em vários casos, autorização formal por atividade — a permissão de trabalho.
O ponto que mais gera autuação não é a falta do equipamento: é a falta do registro. Trabalhador capacitado sem certificado válido, permissão de trabalho preenchida depois, análise de risco genérica que não fala da tarefa daquele dia.
As perguntas deste eixo
- 01Escada de uso individual: o que o Anexo III da NR-35 passou a exigirO Anexo III da NR-35, aprovado em outubro de 2025, trata a escada como meio de acesso e como posto de trabalho. E estabelece uma ordem de preferência em que a escada fixa vertical é a última opção.3 min · ler →
- 02Escada de uso individual: certificação, inspeção e usoO Anexo III da NR-35 admite escada certificada, fabricada conforme norma técnica sob responsabilidade de profissional habilitado, ou projetada por profissional habilitado. E exige inspeção inicial e periódica em qualquer dos casos.3 min · ler →
- 03Talabarte para retenção de queda: o que mudou na exigênciaA alteração no item 35.6.9.1.1 tornou o absorvedor parte do talabarte usado para retenção de queda. O objetivo é limitar a força transmitida ao corpo no instante da parada.3 min · ler →
- 04Usar escada como posto de trabalho: o que a norma passou a exigirO Anexo III da NR-35 alcança a escada como meio de acesso e como posto de trabalho. A segunda hipótese muda a análise de risco, porque a permanência e o esforço passam a fazer parte da conta.5 min · ler →
- 05Permissão de trabalho (PT): o que a liberação de serviço precisa conter para valerO documento mais preenchido e menos lido do canteiro. A norma diz o que ele tem de ter, quanto tempo vale e quando termina — e é no encerramento que quase todo mundo falha.4 min · ler →
- 06Quanto tempo vale o treinamento: prazos de capacitação, reciclagem e o que expiraTrabalhador treinado não é o mesmo que trabalhador com treinamento válido. A diferença aparece exatamente no dia em que alguém pede o certificado.6 min · ler →
- 07APR e análise de risco da tarefa: por que a genérica não sustentaA AR é o documento que a permissão de trabalho transporta. Se ela serve para qualquer dia, a permissão não transporta decisão — repete texto.3 min · ler →
- 08Espaço confinado: quem pode entrar e quem autoriza a entradaTrês papéis, três responsabilidades que não se acumulam. O sistema inteiro se apoia em alguém que fica de fora — e é justamente esse que a obra tenta aproveitar.3 min · ler →
- 09Máquinas: apreciação de risco e o que exige laudo de terceiroNa NR-12, a apreciação de risco não é anexo do projeto: é o documento de que dependem as proteções, a redundância e o nível exigido do sistema de segurança.3 min · ler →
- 10Tubulão escavado manualmente: o que a norma exigeProfundidade máxima de 15 m, diâmetro mínimo de 0,9 m, plano de resgate antes de começar e capacitação que soma três normas. É um dos poucos serviços em que a NR-18 nomeia as outras duas dentro do próprio item.4 min · ler →
- 11Explosivos: o que decide a distância do depósitoA NR-19 remete ao Anexo II para fixar quantidades e distâncias, e traz uma regra de redução que muda o projeto do depósito inteiro. Antes disso, uma proibição de localização sem exceção.4 min · ler →
- 12Escada fixa vertical usada só como acesso: o que a Portaria de julho de 2026 mudou na NR-35A mudança de julho de 2026 na NR-35 manda avaliar caso a caso se o sistema de proteção contra quedas é necessário, e permite agrupar escadas semelhantes.3 min · ler →
- 13Espaco confinado: a faixa de oxigenio entre 19,5% e 23,0% que a NR-33 define como seguraNem pouco, nem muito - a norma proibe ate ventilar com oxigenio puro, e o motivo e menos obvio do que parece.2 min · ler →
- 14Quais normas exigem permissao de trabalho, o que cada uma manda escrever nela e por quanto tempo ela valeA mesma palavra aparece em cinco normas com regras diferentes de emissao, de conteudo e de prazo — e a validade oscila entre jornada, turno e duracao da atividade.7 min · ler →
- 15Quantas pessoas a NR-33 exige em espaco confinado, se o supervisor pode ser vigia e se um vigia pode olhar dois espacosDuas alineas expressas resolvem o dimensionamento da equipe de espaco confinado, e nenhuma delas confirma a regra das tres pessoas que o mercado repete.7 min · ler →
- 16Espaco confinado no porto, na embarcacao, no meio rural, no estaleiro e na obra: o que cada norma acrescenta a NR-33Porto, embarcacao, estabelecimento rural, estaleiro e canteiro chegam ao espaco confinado por caminhos normativos diferentes, e um deles tem carga horaria propria.6 min · ler →
- 17O que precisa constar na analise de risco da tarefa, e por que a lista da NR-35 nao serve para a NR-10 nem para a NR-12Treze alineas na NR-35, dez na NR-10 de 2027, equipe multidisciplinar assinando na NR-34 e um instituto de outro nome na NR-12 — copiar o roteiro deixa lacuna.7 min · ler →
- 18Qual e a altura do guarda-corpo pela norma, por que ela muda de 1,00 a 1,20 metro e qual norma exige resistencia em numeroA altura do travessão superior vai de 1,00 a 1,20 metro conforme a norma aplicável, e só uma delas fixa a carga horizontal que a estrutura precisa suportar.7 min · ler →
- 19Quais condições em caldeira e vaso de pressão a norma já declara como grave e iminente riscoQuando a própria norma já nomeia a condição como grave e iminente risco, a NR-3 não precisa rodar a sua matriz de consequência e probabilidade para chegar à paralisação.6 min · ler →
- 20Que normas se aplicam quando o trabalhador entra dentro da caldeira ou do vaso para fazer o exame internoA norma define o exame interno como exame visual da superfície interna do equipamento. Quem executa esse exame entra no vaso, e aí quem governa a entrada é a NR-33, com apoio da NR-35.7 min · ler →
- 21O que uma permissão de trabalho precisa registrar no campo para ser encerrada do jeito certoSó duas normas escrevem o encerramento da permissão, e uma delas lista quatro situações que obrigam a encerrar no meio do serviço. O resto é o que se confere antes de ir embora.5 min · ler →
- 22Quais inspeções do cinturão, do talabarte e do trava-quedas precisam ficar registradas por escritoInicial, rotineira e periódica têm momentos, executores e regras de registro diferentes. Saber qual papel é obrigatório evita tanto a lacuna quanto a planilha que ninguém lê.6 min · ler →
- 23O que fazer com um cinturão ou talabarte que segurou uma quedaImpacto de queda é gatilho próprio de descarte na NR-35, mesmo sem dano visível. A restauração tem duas condições, e a queda retida é evento a analisar, não só peça a trocar.5 min · ler →
- 24Quais normas regulamentadoras se aplicam à montagem de palco, tenda e estrutura temporária de evento?As palavras "palco", "tenda" e "arquibancada" não estão em norma alguma. As exigências chegam pela atividade: altura, eletricidade, içamento e máquina. E a NR-18 só alcança quem está no campo dela.6 min · ler →
- 25Montador de palco e de estrutura de evento precisa de treinamento de NR-35?Acima de dois metros com risco de queda, a NR-35 se aplica em qualquer setor. O treinamento é presencial desde 2026, mas só vira autorização com aptidão no ASO e anuência formal do empregador.6 min · ler →
- 26Técnico de telecomunicações que sobe em poste com rede de energia: o que a NR-10 e a NR-35 exigem deleQuem instala cabo de telecom trabalha no alto e perto da rede de distribuição. A NR-35 cuida da subida, a NR-10 cuida da distância, e a empresa de rede tem um prontuário próprio.6 min · ler →
- 27A NR-35 mudou de numeração: como converter os itens antigos citados em procedimento, análise de risco e permissão de trabalhoA redação de 2022 deslocou quase todos os capítulos da NR-35 uma casa para a frente. Documento que cita 35.4.5 ou 35.6 pelo modelo antigo aponta hoje para outro assunto.7 min · ler →
- 28Com quanto vento o trabalho em altura precisa parar, e quem decide quando começa a choverO limite de 40 km/h que todo mundo atribui à NR-35 está só no anexo de acesso por cordas. Para o resto, a norma exige que a análise de risco escreva o critério, quem mede e quem manda parar.6 min · ler →
- 29O trabalho em altura precisa de supervisor no local o tempo todo, ou a supervisão pode ser remotaPresencial, semipresencial ou remota: o glossário da NR-35 aceita as três formas. Quem escolhe é a análise de risco, e em três situações a própria norma já escolheu por ela.5 min · ler →
- 30No trabalho em altura, a empresa pode contar só com o Corpo de Bombeiros para fazer o resgateA NR-35 não proíbe equipe externa, mas pede o tempo estimado até o trabalhador ser retirado ou estabilizado. Quando esse tempo não é controlado pela empresa, alguém no local precisa agir.6 min · ler →
- 31Cadastro de espaços confinados: o que precisa constar, quem elabora e quando ele precisa ser atualizadoA NR-33 pede sete informações para cada espaço confinado. Cada uma alimenta outro documento: ventilação, bloqueio, sensor do detector, equipamento de resgate. Cadastro raso deixa tudo sem base.6 min · ler →
- 32O que fazer antes de soldar ou cortar um tanque, tambor ou tubulação que já guardou produto inflamávelBorra, parede impregnada e vapor residual fazem do recipiente vazio o cenário clássico de explosão na solda. Isolar, limpar e medir vem antes da chama — e a medição precisa estar na permissão.6 min · ler →
- 33Questão de prova da NR-35: a partir de que diferença de nível uma atividade é trabalho em alturaA NR-35 fixa um número e uma condição que andam juntos: diferença de nível acima de 2,0 m e risco de queda. A questão, a resposta e o erro de cada alternativa.5 min · ler →
- 34Questão de prova da NR-33: quais requisitos, ao mesmo tempo, caracterizam um espaço confinadoA definição tem três requisitos ligados por "simultaneamente". A prova troca esse "e" por "ou" e confia que o candidato não note a diferença.4 min · ler →
- 35O que é a NR-33, o que ela considera espaço confinado e o que exige antes, durante e depois da entradaA NR-33 diz o que é espaço confinado e exige responsável técnico, cadastro, permissão de entrada, vigia, medição da atmosfera, plano de resgate e treinamento de supervisor, vigia e autorizado.10 min · ler →
- 36O que é a NR-35, o que ela exige para o trabalho em altura, qual a validade do treinamento e o que mudou na normaA NR-35 vale para atividade acima de 2 m do nível inferior com risco de queda. Exige autorização, análise de risco e treinamento, com periódico a cada dois anos. Em 2026 o treinamento passou a ser presencial.9 min · ler →
- 37Questão de prova da NR-19: o que a norma proíbe armazenar no mesmo depósito de explosivosResposta direta: explosivos não podem ficar no mesmo depósito que acessórios iniciadores, pólvoras ou fogos de artifício. As outras três alternativas descrevem armazenagens que a NR-19 admite.5 min · ler →
- 38O que é a NR-19, a quem ela se aplica e o que exige de quem fabrica, manuseia, armazena ou transporta explosivosA NR-19 é a norma da segurança e da saúde de quem fabrica, manuseia, armazena ou transporta explosivos: limita quantidade, exige certificado e acrescenta incêndio e explosão ao PGR.10 min · ler →
- 39No trabalho em altura, o que a análise de risco da NR-35 precisa prever sobre isolamento da área, queda de materiais e ferramentas e trabalhos simultâneosO risco de quem está em cima não é só o de cair. A análise de risco da NR-35 também manda considerar o entorno isolado, o que pode cair sobre quem está embaixo e quem mais trabalha ao mesmo tempo.6 min · ler →
- 40Como a NR-35 decide entre sistema de proteção coletiva (SPCQ) e individual (SPIQ) contra quedas, e quem escolheA NR-35 não deixa a escolha ao hábito: o sistema coletivo vem primeiro, o individual entra em três situações escritas, e quem seleciona é profissional qualificado a partir da análise de risco.5 min · ler →
- 41Espaço confinado com atmosfera IPVS: que respirador a NR-33 permite para entrar e o que a norma manda definir sobre o uso de respiradoresCom atmosfera IPVS, a NR-33 só admite a entrada com máscara autônoma de demanda com pressão positiva ou com linha de ar comprimido com cilindro auxiliar de escape.7 min · ler →
- 42Cilindro de gás no trabalho a quente da construção e reparação naval: o que a NR-34 manda sobre regulador, retrocesso de chama, posição do cilindro, transporte e fim do serviçoA NR-34 trata do gás da soldagem em dez itens: sem adaptador no regulador, com dispositivo contra retrocesso de chama, cilindro em pé e fixado e nunca em ambiente confinado.6 min · ler →
- 43Carga e descarga de explosivos: o que a NR-19 manda e proíbe no embarque e no desembarque, quanto à supervisão, ao local, às fontes de chama, ao horário e à iluminaçãoNo embarque e no desembarque de explosivos a NR-19 exige supervisão por trabalhador capacitado, exame do local, proíbe chama e centelha, e prefere o dia sem intempérie.6 min · ler →
- 44Questão de prova da NR-33: o que o vigia deve fazer ao reconhecer sinal de alarme ou queixa de um trabalhador dentro do espaço confinadoResposta direta: o vigia ordena o abandono do espaço confinado e comunica o supervisor de entrada. Ele não entra, não segue com a tarefa e não deixa a atividade continuar.5 min · ler →
- 45Treinamento de NR-35: ele pode ser remoto, híbrido ou precisa ser presencial após a Portaria MTE nº 1.259/2026A NR-35 passou a determinar que os treinamentos previstos nela sejam realizados presencialmente. A transição de programas híbridos precisa observar o prazo e a forma definidos na Portaria MTE nº 1.259/2026.2 min · ler →
- 46Escada fixa vertical usada só como acesso em atividade rotineira: que procedimento operacional a NR-35 passou a exigirQuando a escada fixa vertical é usada exclusivamente como acesso em atividade rotineira, a NR-35 passou a exigir procedimento operacional nos termos do item de procedimento operacional da própria norma.2 min · ler →
- 47Escada fixa vertical: como definir a verificação periódica das condições de segurança pela NR-35A NR-35 exige verificação periódica da escada fixa vertical. O procedimento deve definir critérios que considerem estrutura, frequência e criticidade de uso e modelo construtivo.3 min · ler →
- 48Escada fixa vertical: quando a NR-35 exige plataformas de descanso e qual distância máxima entre elasEscada fixa vertical de uso individual com mais de 10 metros precisa de plataformas de descanso. A distância entre duas plataformas não pode passar de seis metros, e elas devem ser laterais ou basculantes.3 min · ler →
- 49Escada fixa vertical: como a análise de risco decide SPIQ e quando pode abranger um grupo de escadas na NR-35Para escada fixa vertical usada só como acesso, a NR-35 pede análise de risco específica sobre a necessidade de SPIQ. Ela pode abranger escadas semelhantes da mesma unidade, setor ou atividade.3 min · ler →
- 50Escada fixa vertical: quais medidas, projeto e sistema de proteção contra quedas a NR-35 exigeA escada fixa vertical de uso individual deve respeitar largura, espaçamento, corrimão, afastamento da estrutura, sistema de proteção contra quedas e projeto de profissional habilitado.3 min · ler →
- 51Escada portátil de uso individual: quando usar, como manter três pontos de apoio e o que o procedimento da NR-35 precisa cobrirA NR-35 restringe escada portátil a serviço de pequeno porte e acessos temporários. Na subida e descida, o trabalhador mantém três pontos de apoio, e a organização precisa ter procedimento de uso e manutenção.3 min · ler →
Sobre esta lista
As perguntas acima são o mapa deste eixo. Cada texto nasce conferido no texto vigente da norma — não em resumo de terceiro. Onde a resposta já existe no blog da casa, a pergunta aponta para lá em vez de repetir o assunto em dois endereços.
Documentos que este assunto gera
Normas de referência
| Norma | Assunto | Situação |
|---|---|---|
| NR-10 | Segurança em instalações e serviços em eletricidade | vigente |
| NR-12 | Segurança no trabalho em máquinas e equipamentos | vigente |
| NR-33 | Segurança e saúde nos trabalhos em espaços confinados | vigente |
| NR-35 | Trabalho em altura | vigente |

Escadas de uso individual: o Anexo III da NR-35
Guia técnico · NR-35, Anexo III · 17 páginas · PDF